| Como a BMW está desarmando a bomba demográfica |
| Christoph H. Loch, Fabian J. Sting, Nikolaus Bauer e Helmut Mauermann |
A montadora alemã reorganizou a fábrica para — e com — trabalhadores mais velhos.
Em junho de 2007, Nikolaus Bauer — chefe da fábrica de sistemas de transmissão da BMW em Dingolfing (Baixa Baviera), com 2.500 funcionários — matutava sobre o que parecia ser o inevitável declínio na produtividade de uma força de trabalho que, nos anos seguintes, só faria envelhecer. Com dois gerentes de produção, Peter Jürschick e Helmut Mauermann (coautor deste artigo, com Bauer), Bauer criou a partir das bases uma abordagem inovadora para melhorar a produtividade. Hoje, o esquema está sendo testado e burilado em fábricas da BMW nos Estados Unidos, Alemanha e Áustria. A meta é implementá-lo por todas as operações mundiais de produção da montadora.
O problema da BMW era que a idade média dos operários da fábrica devia subir de 39 para 47 até 2017. Já que o trabalhador mais velho tende a faltar mais por problemas de saúde e normalmente precisa dar mais duro para manter o rendimento, o impacto da mudança demográfica ameaçaria a capacidade da fábrica de executar a estratégia da montadora — a saber, aumentar a competitividade por meio da liderança tecnológica e de avanços de produtividade.
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